escutatória de verão 17.01.10

19 01 2010

Back in business.

Sam:

Lokicat (Jimmy Chamberlin Complex)

O Jimmy Chamberlin Complex é um projeto do próprio Jimmy (pra quem num lembra é o batera do Smashing Pumpkins.. o imortal não o substituto) e com … é.. poiseh.. aqla coisa… baixista do The Calling, Billy Mohler.. o que não quer dizer que ele seja um mal baixista.. pelo contrátio .. toca realmente bem na banda.. e ainda contam com o guitarra Gannin Arnold que já tocou com Brian May e Roger Taylor, ambos do Queen.. Taylor Hawkins.. Dave Grohl.. e uma galera ae..
Bem.. voltando a música.. que tem participação especialíssima de Mr. Billy Corgan (frontman do Smashing Pumpkins) com sua voz peculiar e doce mais uma vez dando um charme extra na música. Uma música doce, mas com uma bateria que quebra toda a lógica bobinha dela com todos aqles sons cristalinos. Dá vigor à música.
Vale a pena ouvir o album inteiro – Life Begins Again

My little empire (Manic Street Preachers)

My Little Empire é uma doce e triste dos Galeses do Manic Street Preachers e nem parece que é daquela mesma banda punk-comunista da década de 80. Talvez o principal motivo do “amadurecimento” do som da banda seja o sumiço do guitarrista Richey James em 1995 e ninguém nunca mais teve notícias dele ou do seu corpo.
Enfim.. guitarras gostosas e um dedilhado delicioso e claro no começo da música.. arranjos muitos bons pela música inteira.
Vale a pena parar pra ouvir

Filipe:

Gonna be alright (Abram Wilson)

Trompetista desde os nove anos de idade, nascido no Arkansas e criado em New Orleans, formador de sua própria big band em Nova York (com participação da lenda do R&B Ruth Brown), com mestrado em composição músical e performance em jazz no mundialmente renomado Eastman Conservatory; tudo isso antes de se mudar para Londres, onde vive há algum tempo. Este é Abram Wilson, um sujeito que, no mínimo, traz influências distintas. Sua música tem um quê sulista, uma clara influência da gaita e das cordas do blues, apesar de ser jazz ao mesmo tempo, e de às vezes ter um vocal inspirado no mais puro soul.

Abram Wilson é talentoso, seu trabalho é premiado, e sua música merece ser conhecida. Nesta, especificamente, ele mostra muitas das influências que carrega. No álbum em que ela se encontra (Ride! Ferris Wheel To The Modern Day Delta), a transição é clara entre algo que chega a soar country, dixie, e o velho e bom jazz da Louisiana. Enfim, deveria ser mais ouvido, e está mais do que recomendado.

Jorge Maravilha (Chico Buarque)

Ah, o velho Chico. Eu já sentia há algum tempo a falta dele aqui na Escutatória, achei mais do que justo trazê-lo agora com essa versão que soa tão diferente. Nesta Jorge Maravilha (uma das três músicas compostas por ele com o famoso pseudômino Julinho da Adelaide), Chico é vigoroso. Sua voz não é mansa, meio esquisita, como tão bem sabemos, mas atinge tons altos, quase desesperados. E sua banda executa algo que eu só posso definir como Rock N’ Roll, para arrancar aplausos efusivos ao final. Acho que eles não a esperavam, assim como eu não a esperava quando a ouvi na rádio uma manhã.

Mais vale uma filha na mão do que dois pais voando: diz-se muito que ele fez essa música para Ernesto Geisel, que queria ver Chico encarcerado, enquanto sua própria filha comprava todos os seus discos. Outra versão fala de um policial que foi o prender e, aproveitando o ato, pediu um autógrafo do Francisco para a sua filha. Tanto faz; Chico nega todas as histórias. O fato é que Julinho encarnou em Chico, e o cantor, possuído, fez, de uma forma que dele talvez não se esperasse, algo que dele sempre se espera: música muito boa.

Luna:

Black tables (Other Lives)

Uma parte instrumental um pouco dramática e certamente melancólica define o clima desta música logo em seu início, apesar de, na letra, o vocalista Jesse Tabish passar uma mensagem um pouco mais positiva – algo como “foi ruim mesmo, mas passou”.

O clima melancólico está presente em todo o disco, o que o torna um pouco cansativo. Esse álbum de estréia da banda tem algumas faixas boas, mas a 3ª – black tables – foi certamente a que mais chamou minha atenção.

Treat me like your mother (The Dead Weather)

Jack White… ô que bênção. Eu já tinha me dado por satisfeita com seu primeiro supergrupo – o excelente The Raconteurs – quando eis que ele surge em parceiria com a vocal do The Kills, Alison Mossheart, Dean Fertita do QOTSA e Jack Lawrence (raconteurs) pra formar o The Dead Weather. Coisa boa.

Treat me like your mother é uma boa prévia de um álbum que merece ser ouvido inteiro, várias vezes – e o clipe dela é bem bacana também. Detalhe: nele, além de vocais e guitarra, Jack White faz as vezes também de baterista. Deus guarde esse menino.

Azul:

Got the feeling (Jeff Beck Group)

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Santo forte/equilibrista (Quebrapedra)

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